segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Crônicas de Contrabando - capitulo 1 (E final)

Era no tempo do presidente cefalópode.

Nos morros paulistas viviam alguns amigos que tinham em comum o modo pelo qual batalhavam pela sobrevivência o contrabando e o tráfico,  práticas ilícitas pelas leis que vigoravam, mas como nesse país quem se molha, seco sai, eram estas as práticas que aconteciam com frequência em todas as esferas sociais.

Como dizem na Leitura "Naqueles dias" pensávamos em grandes histórias e em sermos grandes um dia. Destas estórias, a ideia é contar com referências a outras. Como aquela em que o homem luta contra o gigante, ou aquele em que crianças come um casa de doce, ou tantas outras, que pretendíamos roubar.

Disse a mim mesmo que não mais escreveria, aqui, meus textos. Mas mesmo assim, impelido de meus antigos desejos, sinto saudade daqueles ventos... Hoje eles uivam por colinas já não mais tão amigas, e por meio de outras pontes, quem sabe, quedam as lágrimas que já não são mais minhas...

A Hektemoroi, porque fui de ter contigo este encontro? Viajo vagamente, vagabundeando as vias da via minha... Vá!
Volte!
Vire-se!
Voa!
Ventos de verdade, nas velas da vida...
Ah! Veritus Vendetta! 
Deixa-me sozinho e este leito que não é brincadeira...

Faz anos que esta página não é atualizada...
Faz anos que não há mudança...
Espero que este suspiro, talvez, como o de outros, traga a sombra da vida mais uma vez...



quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Os ventos mudam

E do destino já cheio
Dou por encerrado o sonho
Aqui três jovens disseram
Que juntos iriam escrever
Iriam tirar fotos
iriam mostrar o mundo de seus pontos de vista

E entre estas mentiras e no meio dessas ceras
O iludido que sou aceitei
e tentei por diversas vezes escrever
e faze-los tentar mais uma vez
Como antes
Mas parece que aqueles que eram
"Viajantes do vento"
Se deixaram levar por uma brisa de preguiça

E do sonho eu experimentei o amargo e real pesadelo
Da pátria de mentiras
Deste estado de meias verdades
Destes rostos de cera
Destas palavras de fumaça

domingo, 25 de maio de 2008

New travelers of new winds

Venham todos ouvir o que digo
Novas viagens por novos caminho
Isso é verdade e eu os insito
Que cada um pege sua trouxa e siga sozinho

é claro, é simples, é fácil
Cada um de seu jeito
Cada um pegue do jeito mais agil
Afinal de contas, eu sigo o leito

O leito do rio da sopa de letrinhas
O rio da sopa de letrinhas...
rio de letrinhas

Letrinhas
Bonitinhas
Lhes encho de beijinhos

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

acho que esta para morrer

Olha os equipamentos deste blog estão falhando logo logo ele não estara mais entre nos coitado
Presicamos de um espirito novo aqui
Quem sera que aceita este desafio???

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Morte?!?!?!

Blog na UTI... Num morra, num pare de respirar, não não não
Levem-no de volta a sua terra natal, e que ele lá não chore mais, façamos ele voltar as suas raízes...
Espíritos da literatura eu peço perdão por importunar tão tarde da noite, mas os tes jovens pupilos precisam de ajuda, para serem achados, reencontrados...
Por favor vocês que dai de cima vêem tudo ajudem este ladrão de palavras a achar os verdadeiros escritores, dignos destas palavras roubadas de sua tumba, onde jaziam em forma simples, apenas existindo sem o real sentido.
Que minha voz seja que nem a do ultimo profeta, e que ecoe no deserto sendo um grito que anuncia os tempos que hão de vir, e que eu conheça os verdadeiros escritores, artistas, e passe pela historia só como uma citação...
Para mim basta conhece-los, nem preciso ser citado diretamente, apenas as palavras, um dia na internet leu um poema e se tornou escritor, já me basta.
E que então este blog a beira da morte novamente levante seu espírito de vento, de viajante, de vendaval, de virada e vire tudo de cima pra baixo como se fosse brincadeira de criança, e que mude o mundo a partir de palavras bem pensadas.
Mas que quem aqui escreva tenha ciência, uma palavra escrita ou dita não poe ser apagada apenas apertando backspace ou dizendo desculpa, elas são eternas e apenas outras palavras juntas de atos as remediam...
Este blog pode morrer, mas seu espírito nunca... Avante escritores do mundo...

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Bandidos

Escondidos no breu,
Ambos se aproximam,
Primeiro as mãos se encontram,
E os bandidos começam o furto,
Levam o coração do outro em suas mão,
E com seus lábios, levam sua alma,
E com suas palavras, os sequestram.
Bandido, ela sabe onde você está?
Bandida, ele sabe onde você está?
Dois bandidos,
E dois poetas,
E dois amigos,
E dois amantes.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

distraídos dias

durante duas dezenas de dias,
desloco-me distraído,
deficiente de destreza,
devo? deveria?
Dever?

Dias difíceis,
dias distraídos,
dias diversos,
dia de dezenas de dias,

devo dizer?
Devo dar dias?
Devo distrair-me?
devo divertir-me?
devo datar?

Devo?
Da dádiva, deveria dizer.
Do dito, devia divertir-me.
Do divertido, distrair-me,
Da distração, desenvolver dádivas...

Distraído,
Desloco-me,
Dia, dias...