segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Crônicas de Contrabando - capitulo 1 (E final)

Era no tempo do presidente cefalópode.

Nos morros paulistas viviam alguns amigos que tinham em comum o modo pelo qual batalhavam pela sobrevivência o contrabando e o tráfico,  práticas ilícitas pelas leis que vigoravam, mas como nesse país quem se molha, seco sai, eram estas as práticas que aconteciam com frequência em todas as esferas sociais.

Como dizem na Leitura "Naqueles dias" pensávamos em grandes histórias e em sermos grandes um dia. Destas estórias, a ideia é contar com referências a outras. Como aquela em que o homem luta contra o gigante, ou aquele em que crianças come um casa de doce, ou tantas outras, que pretendíamos roubar.

Disse a mim mesmo que não mais escreveria, aqui, meus textos. Mas mesmo assim, impelido de meus antigos desejos, sinto saudade daqueles ventos... Hoje eles uivam por colinas já não mais tão amigas, e por meio de outras pontes, quem sabe, quedam as lágrimas que já não são mais minhas...

A Hektemoroi, porque fui de ter contigo este encontro? Viajo vagamente, vagabundeando as vias da via minha... Vá!
Volte!
Vire-se!
Voa!
Ventos de verdade, nas velas da vida...
Ah! Veritus Vendetta! 
Deixa-me sozinho e este leito que não é brincadeira...

Faz anos que esta página não é atualizada...
Faz anos que não há mudança...
Espero que este suspiro, talvez, como o de outros, traga a sombra da vida mais uma vez...